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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Em meio a SPFW, conheça algumas alternativas de trabalho no mundo da moda

Setor movimentava no Brasil cerca de US$ 1 bilhão

A 15ª edição da São Paulo Fashion Week chega ao fim nesta quarta-feira (2), entretanto, engana-se quem pensa que o mundo da moda resume-se a modelos e estilistas. Segundo especialistas, há muitas opções para quem quer ter na moda o seu ofício.

De acordo com o coordenador do curso de Negócios da Moda da Universidade Anhembi Morumbi, Emerson Otsuka, em 2009, o setor movimentava no Brasil cerca de US$ 1 bilhão. Além disso, segundo o coordenador do curso de Design de Moda da Faap (Fundação Armando Alvares Penteado), Ivan Bismara, é um dos que mais emprega no País.

"A moda não é só o mundo dos desfiles e das tendências como a maior parte das pessoas pensam, existem vários nichos (...) É um mercado disputado, sobretudo na cidade de São Paulo, mas ainda há espaço em outras regiões", diz Otsuka.

Opções

Dentre as profissões menos conhecidas no universo da moda, os professores destacam as de design têxtil, gerente de produtos e comprador de moda.

A primeira, conforme explica Bismara, é responsável por fazer a estamparia de um tecido ou mesmo criar as estampas de uma coleção. Este profissional, geralmente, ganha por trabalho, sendo que em início de carreira pode chegar a receber em torno de R$ 3 mil, quando contratado por uma empresa.

O gerente de produtos, por sua vez, executa toda a parte operacional, envolvido desde a criação do produto até a importação ou exportação. Quanto aos salários, diz o professor da Faap, eles variam conforme o tamanho da empresa e a experiência do profissional.

Já o comprador de moda, figura muito presente, por exemplo, em grandes magazines e hipermercados, é quem costuma fazer as compras das coleções destes locais. O salário inicial, dependendo do porte da empresa, é em média de R$ 1.500, entretanto, com o tempo, pode passar facilmente disso, diz Bismara.

Cultura

Para quem tem interesse em trabalhar com moda, os professores orientam a profissionalização, por meio de graduações, pós e cursos em geral. Também é importante que a pessoa saiba várias línguas, tenha repertório cultural e espírito empreendedor.

"Moda é uma área de conhecimento. É preciso ter cultura, repertório, estar antenado com o que acontece ao redor e saber olhar o mundo de outra maneira", diz Bismara. 
 
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/em-meio-a-spfw-conheca-algumas-alternativas-de-trabalho-no-mundo-da-moda/42472/ 

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