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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

A Ganância é Boa ou Ruim?

A ganância é boa." Com essa afirmação, Gordon Gekko  tornou-se a maior estrela do mercado americano de ações. Para quem não se lembra, Gekko foi criado pelo diretor Oliver Stone para um de seus sucessos no cinema, Wall Street — Poder e Cobiça, de 1987 (rendeu, nos EUA, mais de US$ 43 milhões, quase três vezes mais do que custou).
Vivido por Michael Douglas (que ganhou seu único Oscar de melhor ator pelo papel), Gekko personificava a ganância do mercado que especula, corrompe, constrói e corrói impérios de dinheiro. Após mais de 20 anos recluso, desde a sexta-feira 24, a famosa raposa está de volta aos cinemas em Wall Street – o dinheiro nunca dorme...
Leia a matéria na íntegra e um trecho do filme clicando no link: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/35133_PODER+E+GANANCIA+AOS+OLHOS+DO+INVESTIDOR

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