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Destaques

Moda em Movimento: A Revolução dos Vídeos que Traduzem Essência

A forma de comunicar moda está mudando, e muito rápido na minha visão... Hoje, registrar um desfile vai muito além de “mostrar roupas”: tem que traduzir sensações, ritmo, textura, conceito… tem que revelar a alma e o conceito do projeto. No lançamento da marca UÓ, de marcelo sommer , essa visão ganhou força com o vídeo produzido pela hungryman , que transformou o desfile em uma obra audiovisual. Escaneamento digital, movimentos de drone, recortes precisos de edição e uma leitura sensível dos detalhes especialmente das peças criadas 100% em upcycling têxtil, eles criaram uma narrativa que amplia o propósito da coleção e coloca a circularidade como protagonista. O resultado é um filme que interpreta. É assim que vejo os novos caminhos da comunicação de moda: - menos registro, mais narrativa - menos equipamento, mais olhar - menos superfície, mais propósito A quem trabalha com imagem, branding, moda, inovação e storytelling: este vídeo é um case contemporâneo de como unir sensibili...

O QUE ATRAI OS CLIENTES DE LUXO?

Este assunto nunca será finalizado... pois na moda tudo muda a toda hora! Mas falando em atualidade foi publicado na Isto é Dinheiro de 25.01 uma matéria bastante interessante que vem complementar nosso assunto deste mês...
Confiram:

Pesquisa feita pelo Instituto Ipsos e pela consultoria Luxury Marketing Council mapeia as preferências do consumidor brasileiro
por PRISCILLA PORTUGAL




JÁ SE PODE DIZER QUE O mercado do luxo caminha a passos largos no Brasil, mas ainda sabe-se muito pouco das preferências do consumidor desse segmento. Sabia-se. Na próxima quinta-feira 29, o Instituto Ipsos e a Luxury Marketing Council (LMC), consultoria americana de marketing e tendências com presença no Brasil, apresentarão a pesquisa Perfil do Consumidor de Luxo no Brasil. "Em 2007, nos reunimos com alguns associados e perguntamos o que eles conheciam sobre o consumidor de luxo brasileiro.

Diante do silêncio, tivemos a ideia da pesquisa", lembra Vera Lopes, diretora do LMC. Ela foi aplicada em duas etapas e DINHEIRO teve acesso aos dados com exclusividade. Na primeira fase, 800 pessoas de 18 a 70 anos, selecionadas pela LMC, responderam a perguntas na internet. Dali saíram os resultados quantitativos, como o que mostra que 77% dos entrevistados enxergam o luxo como uma recompensa pessoal, 88% compram produtos premium por sua qualidade superior e 74% porque querem uma experiência inesquecível.

A segunda etapa, denominada qualitativa, foi mais profunda. "Fizemos reuniões com os consumidores, falamos com estudiosos e analisamos livros, sites e revistas especializadas", conta Karin Cavalcanti, diretora de contas do Instituto Ipsos. A pesquisa mostrou que o luxo está se distanciando da ostentação. "Ele ficou mais íntimo.

As pessoas querem algo que proporcione prazer mesmo que ninguém veja", conclui. Mais: "Esse consumidor busca uma história, uma tradição. Ele quer saber se quem desenvolveu o produto é especializado naquilo e quanto tempo demorou a ficar pronto", diz Vera Lopes, da LMC. Mas, afinal, para que servem esses dados? "O estudo é importante, pois é fundamental conhecer os hábitos do consumidor, os lugares que ele frequenta. Enfim, entrar no mundo dele para conquistá- lo", conclui Bianca Enoliel, gerente de produtos de luxo da Diageo, companhia proprietária de marcas como Johnnie Walker e Ciroc.

Abraços. Renata.

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