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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Vídeo e crossover com Internet refrescam comunicação de moda --- Por André do Val

Essa matéria fui obrigada a copiar e colar aqui pra vocês!

Tem chamado a atenção alguns novos formatos de comunicação em moda que fogem dos tradicionais meios já bastante explorados, como catálogos (que ainda chegam aos montes pela caixa de correio), anúncios em revistas (que nunca saem das páginas impressas pras ruas) ou mesmo a ferramenta desfile (que vemos vendo aumentar em quantidade e esvaziar-se em sentido). Mesmo os banners online servem como os exemplos citados acima para falar com o grande público, mas como fazer uma abordagem que conquiste um grupo mais exigente quando o assunto é informação de moda?

As iniciativas em plataforma multimídia tem se destacado, e são ótimos como exemplos as produções do ShowStudio, um colteivo de artistas e fashionistas dirigido pelo fotógrafo Nick Knight. Alguns de seus trabalhos serão projetados no festival de curtas de moda “A Shaded View on Fashion”, que começa no dia 25 de setembro, em Paris, com participação de outros nomes quentes no gênero.


Gareth Pugh, Hussein Chalayan e YSL Hommes já trocaram desfiles por projeções de suas idéias (e coleções). Reclama-se do distanciamento da peça de roupa, mas como efeito de criação de imagem funciona muito bem. A loja nova-iorquina Opening Ceremony também tem feito vídeos bacanas de divulgação, como este com Chloé Sevigny para a abertura de uma filial no Japão.



No Brasil valem ser citados os curta-metragens da marca D’Arouche, de Carolina Glidden-Gannon e David Pollak, que tem Ana Claudia Michels e Cassia Ávila registradas pelo videomaker Dácio Pinheiro.



A Gap usou de excelente crossover de mídia impressa com Internet para divulgar sua linha de jeanswear e reforçar sua vocação para os básicos do guarda-roupa. Da campanha que explicava as modelagens de cada jeans masculino e feminino, saiu o site BornToFit.com, que aprofunda-se no detalhes de cada modelo da coleção, com vídeos e gráficos explicativos.


Até recursos gráficos mais simples podem projetar o produto não só nas mãos do consumidor final, mas também no exigente circuito dos próprios profissionais de moda. Vide a capa de outubro da “Wallpaper”, assinada pelo estilista Karl Lagerfeld, que traz o modelo Baptiste Giabiconi primeiramente vestido, mas após a retirada de um adesivo, completamente nu. Fácil e divertido _só não pode ficar na mesma!


Outro exemplo maravilhoso de admirar e analisar!

http://www.aussiebum.com/pt/?ausbumtv

Fonte: http://colunas.marieclaire.globo.com/noticias/2009/09/09/video-crossover-com-internet-e-recursos-graficos-refrescam-comunicacao-contemporanea-de-moda/

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