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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Sustentabilidade por Arq. Tales Beier Ferreira --- O BAMBU!


Poltrona Bambu#5 (Oré Brasil)


Sustentabilidade: P
rover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido.

É seguindo este conceito que hoje inicia aqui no Moda&Business o Arquiteto e Urbanista Tales. Formado pela Rio dos Sinos, especializou-se em "Ligthing Designer", e é reconhecido na região gaúcha por seus projetos que priorizam a sustentabilidade.

As matérias aqui publicadas são de pesquisas próprias.

Seja bem vindo Tales!

Ultimamente a palavra sustentabilidade anda muito “na moda”.

Realmente é preciso ter o entendimento da palavra enfim o conceito.

Temos o conhecimento que a arquitetura feita com bambus vem se difundindo rapidamente no meio do design e arquitetura e identificamos nele o exemplo muito rico para sustentabilidade.

Bambu, é o nome que se dá as plantas da sub-familia Bambusoideae, e essa sub-familia se divide em duas tribos, a Bambuseae (os bambus lenhosos) e a Olyrae ( os bambus herbáceos).

As opiniões variam muito e novas espécies e variedades surgem ano a ano, mas estimamos que existam cerda 1250 espécies no mundo, espalhadas em torno de 90 gêneros, presentes de forma nativa em todos os continentes exceto na Europa em função de sua geografia.

Durante a feira que aconteceu no inicio do mês de agosto na cidade de Bento Gonçalves podemos ver um exemplo de empresa consciente com o ambiente e embasada fortemente na questão sustentabilidade. Os produtos da empresa Oré Brasil (Oré palavra indígena significa “nosso, nossa” = Nosso Brasil) levam a assinatura do design Paulo Foggiato arquiteto por formação e designer por paixão, pesquisa desde 2006 o uso do bambu em móveis e revestimentos e assina a linha de produtos da empresa não fizeram por menos.

Com suas cadeiras, poltronas, mesas enfim o que podemos ver e observar que alem de ecologicamente corretas a beleza do design e um diferencial e que o bambu é uma forte tendência em mobiliário não podemos negar.

Alem desse forte trabalho de design o bambu também vem sendo utilizados na construção como exemplo o projeto do Centro de Cultura Max Feffer, em São Paulo, onde a arquiteta Leiko Moromura utilizou uma série de técnicas inovadores de edifícios verdes, soma-se as características ecológicas o fato de que toda a estrutura da cobertura foi desenvolvido com bambu.

Não podemos deixar de falar na revolução da industria têxtil, pois o bambo vem sendo também muito utilizado, “Suave e fluida, eis uma verdadeira segunda-pele ecológica para os seus pés”, garante por sua vez o americano Timberland, que faz a promoção das suas novas meias Bamboo.

Uma matéria vegetal assim como o algodão ou o linho, o bambu tem em seu favor alguns trunfos suplementares. Esta gramínea arbórea é prolífico (ela pode crescer até 1 metro por dia). A sua fibra, extraída de uma pasta celulósica, se caracteriza pela sua característica homogênea e pesada (ela não amassa) e seu aspecto suave e reluzente, parecidos com os da seda.

Por ser uma matéria-prima renovável e que não custa mais caro que o algodão, assim com um têxtil realmente muito leve e fresco, ideal para a temporada de calor, o bambu é uma dádiva para um grande número de fabricantes de tecidos. Ele interessa principalmente aqueles tentados pela perspectiva de abandonar os sintéticos derivados do petróleo em favor dos produtos que valorizam e protegem a natureza.

Portanto temos no bambu além de um refinado design uma excelência em responsabilidade para com o meio ambiente.





Instalações do Centro Cultural Max Feffer

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