14.3.12

A moda, a globalização e o colonialismo - por Bia Zalewski

A globalização e o colonialismo é um assunto que rende muitas páginas e discussões, às vezes fico olhando estilistas, jornalistas de moda, reclamando o quanto fazemos cópias, imitamos ainda a Europa. Comecei a analisar, pesquisar e conversar com meus amigos europeus e tirei algumas conclusões interessantes.

Nós somos um país novo, temos apenas um pouco mais que 500 anos, quantos séculos de história possui a Europa?

Recentemente recebi no Brasil, um casal de amigos italianos que acharam muito engraçado, nós no Rio Grande do Sul ficar comemorando datas, como 150 anos da imigração alemã no Brasil, tirar fotos com roupas antigas, costume nosso no sul. Por quê?

O que são cem anos, para que teve Luis XV ou tem na sua história Maria Antonieta , imagina que até o início da Revolução Francesa, os alemães e italianos nem tinham chegado no Brasil.
Há quanto séculos eles produzem moda! Não devemos nos culpar, nos martirizar, mas nesse momento de globalização devemos usar a internet, a mídia, para deixarmos de sermos colônia e nos tornarmos livres!!

Agora sim, podemos ter nossas ideias mostradas, divulgadas e nos tornarmos bem sucedidos na nossa liberdade de criação e expressão.
Mas ainda sim temos um porem, a nossa diferença climática, quando estamos aqui torrando no sol, eles estão sufocados na neve. Então vamos usar isso a nosso favor!

Acredito, pelo que tenho visto, que temos tudo para deixar de ser colônia, principalmente na moda verão. “Eles estão de olho no hemisfério norte, na nossa moda praia”. “A ordem e progresso agora devem ser : vamos “invadir “ a praia deles”.
Vamos usar nossas cores, nossas espécies de fauna e flora, nossa criatividade e nos tornarmos referência lá ,do outro lado do além mar.
E vamos parar de nos culpar por fazermos cópias, porque os japoneses copiam também, mas ninguém consegue chegar às cópias deles, são melhores que as originais.
Então viva o colonialismo em épocas de globalização.

Bia Zalewski - jornalista e consultora de moda no RS

TOP SHOP No Brasill em ABRIL!!!

O Brasil na vitrine da Topshop
Rede britânica de roupas e acessórios inaugura loja no País e promete conquistar o mercado brasileiro de fast fashion -
Por Bruna BORELLI
ISTO E DINHEIRO - Nº edição: 751 Estilo 24.FEV.12

Não é de hoje que grifes de moda estrangeiras estão de olho no Brasil. Em dezembro do ano passado, por exemplo, as italianas Prada e Bottega Veneta inauguraram suas primeiras lojas no País. Mas não são apenas as butiques coroadas que querem investir aqui. Marcas mais acessíveis e de grande escala – também conhecidas como fast fashion –, mas igualmente cobiçadas por mulheres ligadas em moda, pretendem fincar suas estacas no mercado brasileiro. A novidade mais esperada para o primeiro semestre do ano é a chegada da britânica Topshop, que abrirá suas portas em abril, mês de inauguração do shopping JK Iguatemi, em São Paulo. A escolha de seu primeiro endereço brasileiro não poderia ser mais adequada, pois terá a companhia de outras grifes europeias de renome, como Balenciaga e Lanvin.
Loja na Oxford Circus: a sofisticada região londrina abriga uma das maiores unidades da rede,
com 8 mil m2 e cinco andares. Em São Paulo, a estreia será mais modesta em tamanho,
mas dentro de um reduto de grifes famosas, o shopping Iguatemi JK.
Além dessa primeira loja, estão previstas novas unidades nos shoppings Iguatemi e Market Place, também em São Paulo, ainda sem data definida. “Os consumidores paulistanos buscam um produto orientado pela tendência da moda, o que os fazem ser clientes perfeitos para a Topshop”, diz a diretora geral da marca, Mary Homer. “Estamos ansiosos por uma parceria de sucesso nesse mercado que tanto cresce.” No Exterior, a Topshop duela principalmente com a sueca H&M e a espanhola Zara. No Brasil, a história promete se repetir com a Zara. “Claro que cada um tem a sua identidade fashion, mas a Zara vai se incomodar com a presença da Topshop”, diz Armon Armoni, coordenador dos cursos de pós-graduação de moda da Faap. “Afinal, elas disputam o mesmo mercado.” 


Segundo ele, tudo indica que os preços no País não serão tão acessíveis quanto lá fora, fato que acontece também com outras redes de fast fashion. Peças vendidas em lojas da Zara no Exterior podem custar quase metade das comercializadas no Brasil. “Essa concorrência vai ser interessante para os brasileiros”, afirma Armoni. “Pode até deixar os preços no País mais atrativos, mas nunca tão atrativos quanto lá fora.” Outra marca que deve tornar-se uma forte concorrente da grife britânica é a Mango. A marca espanhola, que já opera uma loja própria em Ipanema, no Rio de Janeiro, pretende crescer no Brasil através de parcerias com investidores locais e competir com as marcas já existentes. A Topshop surgiu em 1964, mas foi apenas em 2002 que deu um grande salto, quando o bilionário britânico Philip Green – dono de uma fortuna avaliada em mais de R$ 13 bilhões – comprou o grupo Arcadia, controlador da rede de lojas.

Agora fico aguardando ansiosa a inauguracao!
Renata Chaves

12.8.11

Projeto 4x1 Moda! um novo formato dos Cursos MAM

McQueen arrebatador ! Por Henrique Steyer

 
“Vou levá-los em viagens que vocês nunca sonharam que fosse possível.” – Alexander McQueen prometeu e cumpriu!
A exposição Savage Beauty, no  Metropolitan Museum of Art, em Nova York, inaugurada durante o Baile anual do MET chega ao fim e deixa as melhores impressões possíveis àqueles que puderam ver este resumo da obra de um grande gênio. McQueen não era um estilista. Era um artista, criador e questionador ímpar. O trabalho de curadoria é louvável, assinado por Andrew Bolton, que afirmou: "Com sua fascinação pelo macabro, o grotesco e o sublime, Alexander McQueen era nada menos que um grande artista, e está no lugar certo: no museu."
A fila de entrada para este grande show visual tinha um tempo de espera de pelo menos duas horas e meia, onde pessoas do mundo inteiro, de todas as tribos e estilos esperavam ansiosas para ver de perto o legado de uma das mentes mais brilhantes dos últimos tempos. Já na entrada, somos surpreendidos com a qualidade do trabalho que reflete a paixão que Alexander tinha por aquilo que fazia.
A exposição é dividida em seis ambientes “A mente romântica”, “Gótico romântico e gabinete de curiosidades”, “Nacionalismo romântico”, “Exotismo romântico”, “Primitivismo romântico” e “Naturalismo romântico”. Em meio a tudo isso, projeções no teto, frases de impacto nas paredes, efeitos visuais incríveis com jogo de espelhos e modelos criados com penas de pato, de avestruz, metal, madrepérolas, etc., etc., etc. No salão que mostra os sapatos e acessórios, itens de fetishe segundo o estilista, percebemos que a trilha sonora dá espaço a sons de gemidos de prazer, típicos de filmes eróticos. Bravo!
Aos 40 anos de idade, Alexander McQueen, que apresentava um quadro de insônia e depressão, foi encontrado morto em sua casa após se enforcar. Seria uma forma desta mente espetacular fugir deste mundo, que para ele deveria parecer repleto de pessoas medíocres e egoístas, ocupadas com suas rotinas insossas, enquanto ele criava um legado impressionante? Quanto ele não terá sofrido com tudo isso? Teria ele uma visão ampliada do caos? Há uma frase dele que diz: “Vejo beleza no grotesco, como a maioria dos artistas."   Talvez este seja o preço de nossas escolhas...
Me conforta o fato desta ser uma das exposições de maior sucesso no Metropolitan nos últimos tempos. Para mim, seu trabalho não tem precedentes. Ele conhecia muito bem as regras e tradições, e por isso, as quebrava com tanta maestria. O que foi mostrado lá, está longe de ser roupa. É mais do que conceito. É único! Só quem viu sabe o que foi. Aplausos! God save McQueen!
Henrique Steyer é arquiteto e publicitário, com pós-graduação em design estratégico pelo Politécnico de Milão e comanda a ALBUS design.
 

13.6.11

Acredite: isso é uma loja

Fonte: Revista Isto é Dinheiro Nº edição: 714 | Especial | 10.JUN - 21:00

O empresário gaúcho André Krai inovou com a criação de uma rede de franquia em contêineres. Agora, quer expandir os negócios, abrindo hotéis no mesmo formato

Por Rafael Freire

Em 2007, o empresário gaúcho André Krai, de 40 anos, perdeu o avião que o traria de volta ao Brasil depois de uma viagem à China. Por conta disso, precisou pegar outro voo com uma escala de 12 horas em Cingapura. O que parecia uma “grande cilada” (versão anos 2011 para a velha e boa expressão “grande mico”)  acabou se tornando o passo inicial para a guinada de sua vida profissional. No país asiático, uma loja instalada dentro de um boxe de metal lhe chamou a atenção. 



Krai, que já era proprietário de uma pequena grife de roupas, a Intuição, vislumbrou a possibilidade de montar uma rede varejista em um formato prático, rentável e barato. “Depois que vi aquela loja não consegui tirar a ideia da cabeça”, diz ele à DINHEIRO. Ao chegar ao Brasil, o empresário percebeu que a melhor alternativa era a utilização de contêineres usados. Com esses equipamentos, ele abriu as primeiras seis lojas na região Sul: três em Santa Catarina e o restante no Rio Grande do Sul.  
O investimento de R$ 3 milhões acabou despertando a atenção dos amigos. No ano passado, um deles pediu para replicar o modelo em Joinville, no norte de Santa Catarina. Essa unidade foi embrião do projeto de franquia da Container Ecology Store, que já conta com 40 lojas espalhadas pelo País. A expectativa é de crescer 142%, fechando o ano com 97 unidades e um faturamento de R$ 40 milhões. 
 
 
O crescimento será facilitado pelo modelo de negócio criado pelo empreendedor. A começar pelo baixo investimento: entre R$ 100 mil e R$ 250 mil. Todo o processo é feito pela equipe comandada por Krai. Da licença na prefeitura e aluguel do terreno até a montagem da unidade. Ao franqueado cabe apenas assinar o cheque e abastecer a loja com peças feitas por grifes ca-suais e descoladas. 
 
A taxa de franquia é de até R$ 2 mil por mês. Carina Lima, que administra uma loja Santa Maria (RS), foi uma das primeiras a embarcar nesse projeto. “Ao todo investi R$ 350 mil, e o retorno aconteceu em apenas cinco meses”, afirma a empresária que fatura R$ 70 mil líquido por mês. Para viabilizar o projeto, Krai possui bases espalhadas em sete portos brasileiros, onde os contêineres são preparados para receber o mobiliário. 
 
Depois de se firmar no segmento de franquias de roupas, Krai, agora, mira o setor hoteleiro. A ideia é utilizar o mesmo conceito das lojas. As três primeiras unidades serão inauguradas em novembro em São Paulo e Ribeirão Preto, em São Paulo, e Macaé, no Rio de Janeiro. Os hotéis terão entre 24 quartos e 128 quartos. O custo de cada unidade varia de R$ 700 mil a R$ 3 milhões. Já o retorno do investimento não será tão rápido quanto o de uma loja Container. Krai imagina que o lucro bruto será de R$ 70 mil. “É um investimento de longo prazo”, afirma o gaúcho, que pretende fechar 2012 com 30 hotéis. 
 
As diárias deverão custar R$ 70. Para Silvio Laban, professor de marketing do Insper, o grande desafio de Krai, será acertar o púbico-alvo. “O País está precisando de hotéis populares, principalmente para quem viaja a trabalho”, diz ele. O momento de apostar nesse nicho, ao que parece, não poderia ser mais apropriado. A taxa de ocupação média da rede hoteleira hoje, está em 85%, no Rio de Janeiro, e 70%, em São Paulo. A ampliação dos negócios em cidades do eixo Norte-Nordeste vem fazendo com que os profissionais viagem mais. 
 
E é nesse nicho que Krai deveria mirar, de acordo com Roberto Fialkovits, professor de negociação empresarial da BBS Bussines School. “Oferecendo um bom custo/benefício, ele pode fazer convênio com empresas para atender executivos que viajam constantemente”, afirma Fialkovits.

19.5.11

O Moda & Business cria o blog da sua marca,

Porque um Blog e não um site?
O Blog pode atingir o mesmo número de pessoas que um site.
Ele pode ter notícias, novidades, fotos, lançamentos, matérias, ou somente ser institucional de
sua marca.
É mais simples de atualizar, mais dinâmico e vc tem feed back imediato de seus clientes ou leitores.

Quanto tempo leva fazer um blog com a identidade da minha marca?
Tendo uma logomarca pra passar e as informações de sua empresa, ou atêlier
em no máximo 3 dias.

O que eu tenho de vantagem?
Seu blog é desenvolvido por um profissional de Marketing. Todo o conteúdo é analisado para que você possa atingir seu objetivo, seja ele promover seus produtos/serviços, mostrar seu trabalho ou mesmo ser encontrado na busca no google.

Ainda ...Você recebe um manual de como atualizar, e terá sua própria autonomia sobre o portal.

Sai mais barato?
Um layout de blog hoje customizado sai bem mais em conta que um site.

Quanto tempo eu levo pra aparecer na ferramenta de busca do google?
Se utilizarmos as palavras chaves corretas, ter um ritmo de atualização semanal significativo de duas a 3 por semana, e as conexões corretas com as midias sociais, em 30 dias o Google ja consegue identificar seu blog.


Consigo redirecionar um blog para o meu dominio próprio?
Com certeza. Se seu dominio estiver em uma plataforma atualizada, com certeza seu servidor consegue redirecionar para o seu .com ou .com.br

Quais Blogs o Moda & Business ja desenvolveu?
 Abaixo alguns exemplos de Blogs e Blog/Sites desenvolvidos:
http://marcelosommer.blogspot.com
http://casa92.blogspot.com
www.anamorelli.com.br
http://viaflor.blogspot.com
http://www.kimford.com.br/
http://pedeakiusa.blogspot.com/

Quero Saber mais -
Fizemos uma consultoria sem compromisso.
O Moda & Business é uma empresa virtual, todos os contatos e informações são repassados via e-mail - skype - hotmail.
Caso seja necessário uma visita, iremos até você.

Obtenha mais informações enviando um e-mail para: contato@modaebusiness.com

Aguardamos seu contato.
Equipe Moda & Business

23.3.11

Lançamento: O Poder Econômico das MULHERES

As mulheres estão reagindo às limitações do mundo empresarial, desenvolvendo seus negócios, reinventando papéis na família, ganhando voz nas mídias sociais e alcançando um novo patamar de poder financeiro ao redor do mundo. O poder econômico das mulheres oferece uma análise abrangente e instigante sobre as implicações do surgimento da força econômica feminina na economia e fornece uma visão antecipada de como será o mundo liderado por mulheres no poder de grandes empresas. Maddy Dychtwald e Christine Larson evidenciam, através de pesquisas, entrevistas e relatos exclusivos, como as mulheres podem exercer melhor sua liderança e sua capacidade de promover mudanças satisfatórias para o desenvolvimento da sociedade.

Ler este livro é de fundamental importância para qualquer pessoa que queira conhecer as tendências, os mais recentes insights e estudos de caso sobre o avanço da emancipação econômica das mulheres no cenário econômico mundial.

Para adquirir este livro acesse o site da Elsevier/Campus.

22.2.11

Atêlier de Costura para Crianças!

Folheando uma revista de decoração, encontrei uma matéria sobre a LOVE BLANKIE, a primeira oficina de costura do Brasil SÓ PARA CRIANÇAS.
As fotos do atêlier  remetem a casa antiga da avó, o espaço é cheio de materiais que ficam a altura dos olhos das crianças pra que elas possam escolher os tecidos, aviamentos e consultem os materiais de referência para escolherem o que fazer. As máquinas são para crianças e as cadeiras e mesas foram feitas sob medida para as pequeninas.
As aulas são individuais e estruturadas de forma que o aluno desenvolva um projeto completo e, assim, saia de cada encontro com algo pronto, que ele mesmo fez.
Empreendedorismo:
Fernanda Egydio, fonoaudióloga por formação. Aprendeu a costurar com sua vó Iracema, após a maternidade resolveu dar um tempo para a profissão e fez do seu hobby um negócio.

Contato:
 (11) 3846 4160
fernanda@loveblankie.com.br
Rua domingos leme, 17
vila nova conceição
são paulo - sp
www.loveblankie.com.br
 

8.2.11

Varejo Fora da Caixa

Você não vai mais vender. É o consumidor quem vai comprar. A tecnologia coloca o poder nas mãos do cliente. Seja ágil, maleável, honesto, útil, interativo, cooperativo, encantador, lúdico, altruísta. Ufa! é bom ir se acostumando com as tendências que despontaram no proncipal evento mundial sobre o assunto, o NRF Retail's Big Show.
- Consumidor no centro
- Varejo móvel
- Mistura de canais
- Sustentabilidade Total
- Experiência de Consumo
- Tecnologia Divertida
- Informaão Personalizada
- Mídias Sociais


Fonte: Leia +  Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios - Fevereiro 2011

3.2.11

OPORTUNIDADE : Vagas para supervisor(a) de produto

Formação Acadêmica: Formação superior em Administração, Economia, Marketing ou cursos correlatos; Especialização ou MBA serão considerados fortes diferenciais.

Experiência Profissional Anterior: Experiência em gestão de equipe e desenvolvimento de novos negócios, com comprovados resultados; Experiência prévia em empresas de consumo, como telecomunicações, eletrônicos, moda, tecnologia, bens duráveis, semiduráveis e giro rápido. Serviços e outros setores poderão ser avaliados. Experiência prévia em operações de e-commerce será considerada fortes diferenciais.

Características Comportamentais: Forte orientação a resultados; Forte análise de ofertas e propostas de formatos de venda; Hands on, Forte motivação, Team player; Capacidade de gerenciar conflitos; Relacionamento interpessoal desenvolvido; Persistência, Hard worker e Orientação a processos; Perfil analítico e tático desenvolvidos; Potencial desenvolvimento estratégico.

Responsabilidade do Cargo: Gestão de equipe especialista em produto e análise de
ofertas. Análise de dados, concorrência e campanhas. Relacionamento com fornecedores e clientes, condução / gerenciamento de campanhas de vendas de produtos no site Privalia. Obtenção de resultados de faturamento, margem e KPIs.

*** Os interessados devem encaminhar currículo para bruna.tavares@privalia.com

Em meio a SPFW, conheça algumas alternativas de trabalho no mundo da moda

Setor movimentava no Brasil cerca de US$ 1 bilhão

A 15ª edição da São Paulo Fashion Week chega ao fim nesta quarta-feira (2), entretanto, engana-se quem pensa que o mundo da moda resume-se a modelos e estilistas. Segundo especialistas, há muitas opções para quem quer ter na moda o seu ofício.

De acordo com o coordenador do curso de Negócios da Moda da Universidade Anhembi Morumbi, Emerson Otsuka, em 2009, o setor movimentava no Brasil cerca de US$ 1 bilhão. Além disso, segundo o coordenador do curso de Design de Moda da Faap (Fundação Armando Alvares Penteado), Ivan Bismara, é um dos que mais emprega no País.

"A moda não é só o mundo dos desfiles e das tendências como a maior parte das pessoas pensam, existem vários nichos (...) É um mercado disputado, sobretudo na cidade de São Paulo, mas ainda há espaço em outras regiões", diz Otsuka.

Opções

Dentre as profissões menos conhecidas no universo da moda, os professores destacam as de design têxtil, gerente de produtos e comprador de moda.

A primeira, conforme explica Bismara, é responsável por fazer a estamparia de um tecido ou mesmo criar as estampas de uma coleção. Este profissional, geralmente, ganha por trabalho, sendo que em início de carreira pode chegar a receber em torno de R$ 3 mil, quando contratado por uma empresa.

O gerente de produtos, por sua vez, executa toda a parte operacional, envolvido desde a criação do produto até a importação ou exportação. Quanto aos salários, diz o professor da Faap, eles variam conforme o tamanho da empresa e a experiência do profissional.

Já o comprador de moda, figura muito presente, por exemplo, em grandes magazines e hipermercados, é quem costuma fazer as compras das coleções destes locais. O salário inicial, dependendo do porte da empresa, é em média de R$ 1.500, entretanto, com o tempo, pode passar facilmente disso, diz Bismara.

Cultura

Para quem tem interesse em trabalhar com moda, os professores orientam a profissionalização, por meio de graduações, pós e cursos em geral. Também é importante que a pessoa saiba várias línguas, tenha repertório cultural e espírito empreendedor.

"Moda é uma área de conhecimento. É preciso ter cultura, repertório, estar antenado com o que acontece ao redor e saber olhar o mundo de outra maneira", diz Bismara. 
 
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/em-meio-a-spfw-conheca-algumas-alternativas-de-trabalho-no-mundo-da-moda/42472/ 

3.1.11

Marcas onipresentes atraem jovens

Dossiê da MTV Brasil aponta que sucesso está em criar contatos em diferentes plataformas
Onipresença. Esta é a palavra que rege as marcas que pretendem atingir os jovens no Brasil. Em mais um Dossiê Universo Jovem, a MTV Brasil buscou conhecimento sobre o comportamento destes consumidores diante das telas de seus aparelhos. Estar conectado e receber informações novas o tempo todo são as máximas desta edição da pesquisa.
Acessar redes sociais, falar ao celular e fazer compras pela internet são os hábitos mais comuns dos jovens brasileiros atualmente. Entre maio e julho deste ano, a MTV Brasil e a agência A Arte da Marca entrevistaram duas mil pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre, das classes ABC, entre 12 e 30 anos.
Os jovens de hoje não consideram os meios tradicionais para obter a informação. Se antes as empresas escolhiam as mídias para veicular o seu conteúdo, hoje vai depender do perfil que ela quer atingir.  “Os jovens consomem todos os meios, mas com diferentes intensidades. O que prende ele é o conteúdo. A tecnologia quebrou barreiras de classe social, de idade e de fronteiras geográficas”, diz Cecília Novaes, Sócia-diretora da A Arte da Marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Internet unifica padrões de consumo
De 2008 – ano em que foi feito o último dossiê – para cá, o acesso à internet cresceu dentro e fora de casa. No ambiente on-line, o que se percebe é que os internautas da classe C possuem os mesmos padrões de referência para consumo de conteúdo que os da classe A. “As diferenças sociais caíram por terra em alguns aspectos. O desejo de uma pessoa do interior é o mesmo que o de outra que vive nas grandes capitais. Do Brasil mais distante até o mais cosmopolita”, aponta Wagner Gorab, Diretor de Marketing da MTV Brasil, em entrevista ao portal.
Os jovens consomem tudo ao mesmo tempo e captam todas as informações. Com este cenário, o que resta para as empresas é ampliar seus horizontes. Se a relação deles com os meios mudou, as marcas precisam estar presentes em todos os formatos para atingí-los em todos os lugares, ao mesmo tempo, a toda hora. “O desafio é estar presente em todos os momentos e em plataformas que chegam a esses jovens. Devemos estar preparados para produzir de diversas maneiras, com mobilidade”, ensina Gorab.
Para se adaptar à velocidade dos jovens, algumas companhias aderem à ‘juniorização’. Desta forma, as empresas acreditam que estes consumidores receberão um atendimento mais informal, de acordo com a linguagem que usam no dia a dia. Mesmo assim, ainda há quem discorde. “Não é essa a questão. Quem não é dessa geração não pode fechar os olhos e não entender essa demanda. É preciso olhar para essa geração e entender a dinâmica deles”, acredita Cecília.


Geração das telas
Com todos os olhares voltados para o celular, que é cada vez mais usado por jovens para acessar a internet, o que ainda dificulta o consumo deste serviço no Brasil é o preço. No estudo da MTV Brasil ficou comprovado que os jovens usam todas as funções dos aparelhos. Porém, os serviços menos usados são os que têm adicional na conta. “À medida que esses serviços forem barateando, eles vão explodir”, alerta a Sócia-diretora da A Arte da Marca.
Mesmo com o sucesso de outros aparelhos, o celular será uma das principais ferramentas móveis dos jovens. Isto porque os serviços mobile não são necessariamente apenas o aparelho celular. Além dele, o iPad, o iPhone, o notebook e o netbook também podem ser utilizados em lugares diversos. “O mais importante é entender qual o conteúdo de interesse e a moeda de troca que ele quer. Para cada empresa haverá um caso diferente. Não existe mais soluções prontas que podem ser usadas de uma marca para outra”, afirma Cecília.
O Dossiê Universo Jovem 5 – Screen Generation, denominou os jovens como os protagonistas da geração das telas. A principal mudança no comportamento deles passa por imediatismo, diminuição da percepção do tempo, portabilidade e acesso. Junto à isso estão as redes sociais, hoje uma das fontes mais ricas em informações para o Marketing.
“Esta é a grande janela de relacionamento das marcas e tem papel fundamental para obter informações sobre o comportamento do jovem. Estamos há 20 anos estudando o jovem com propriedade e sabemos que estamos no caminho certo, falando a língua deles”, completa Wagner Gorab, Diretor de Marketing da MTV Brasil.
Reportagem de Thiago Terra para o Portal Mundo do Marketing.
HSM Online
17/12/2010

27.12.10

Especial ... As 15 Mulheres mais poderosas do mundo da moda por Julia Salgueiro via closet on line

Acesse o link e leia a matéria na íntegra:http://www.closetonline.com.br/noticia/jornalismo+de+moda/M%C3%ADdia%20/3781/Especial:+As+15+mulheres+mais+poderosas+do+mundo+da+Moda

26.12.10

Norma define responsabilidade social

Após oito anos de debate, 450 especialistas de 90 países e mais de 40 organizações criaram e aprovaram a ISO 26000, que se torna referência de responsabilidade social nas empresas e organizações.

A definição da norma é a responsabilidade de uma organização pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no ambiente por meio de um comportamento ético e transparente que: contribua para o desenvolvimento sustentável, inclusive a saúde e o bem estar da sociedade; leve em consideração as expectativas das partes interessadas; esteja em conformidade com a legislação aplicável e seja consistente com as normas internacionais de comportamento; esteja integrada em toda a organização e seja praticada em suas relações.

Fonte:Folha de São Paulo

SPFW comemora 15 anos com menos marcas.

O tema da 30ª edição da São Paulo Fashion Week será o próprio evento. Isso porque a semana de moda brasileira completa 15 anos e foi a responsável pelo crescimento da cultura de moda no país além de divulgar o Brasil para o mundo.

Sua trajetória, desde a criação, será contada em um documentário, feito por três respeitadas produtoras brasileiras, Conspiração, Protótipo Filmes e Spray Filmes.

SPFW 15 ANOS tem nove episódios e transmissão prevista para o primeiro semestre de 2011 pelo canal GNT.

Idealização, personalidades, trilhas sonoras dos desfiles, inovação e tecnologia, aumento de cursos e de faculdades de moda, impactos socioeconômicos e também as modelos são destaques


Desfile Verão 2011 de Alexandre Herchcovitch na SPFW

A edição, de apresentação das coleções inverno 2011, também traz novidades na cenografia da Fundação Bienal São Paulo. Desta vez será assinada por um coletivo de artistas, Flávio M1R, Gustavo Mitsu e Raphael Manfré, criativos do Estúdio 20.87, idealizado por Houssein Jarouche, proprietário da Micasa e Rogerio Hideki e Vitor Santos, do Estúdio ÁRVORE.

Desfiles
Os desfiles acontecem entre os dias 28 de janeiro e 2 de fevereiro e a temporada terá 31 marcas, seis a menos do line-up anterior, sem contar as grifes de moda praia, que costumam pular a edição inverno. A surpresa é a Rosa Chá que não desfila, além das marcas Mario Queiroz, Carlota Joakina, Erika Ikezili, Simone Nunes e Wilson Ranieri. A Maria Garcia, que não se apresentou na edição verão alegando reformulações internas, não retorna ao calendário. Juliana Jabour que desfilava no Fahion Rio passa a se apresentar em São Paulo.
Veja as marcas:

1. Adriana Degreas
2. Alexandre Herchcovitch
3. Amapô
4. Ana Salazar
5. André Lima
6. Animale
7. Cavalera
8. Colcci
9. Cori
10. Do Estilista
11. Ellus
12. Fernanda Yamamoto
13. FH por Fause Haten
14. Gloria Coelho
15. Huis Clos
16. Iódice
17. Jefferson Kulig
18. João Pimenta
19. Juliana Jabour
20. Lino Villaventura
21. Maria Bonita
22. Neon
23. Osklen
24. Priscila Darolt
25. Reinaldo Lourenço
26. Reserva
27. Ronaldo Fraga
28. Samuel Cirnansck
29. Triton
30. Tufi Duek
31. V.Rom


Fonte:Terra

http://moda.terra.com.br/noticias/0,,OI4844289-EI1119,00-SPFW+comemora+anos+com+menos+marcas.html