22.8.10

Grifes de olho nas fofinhas

Marcas de luxo, como Marc Jacobs, Chanel e Valentino, preparam coleções que vão até o número 52, e miram um mercado de US$ 27 bilhões


Por Natália Mestre

Quanta inveja (raiva?) as mulheres normais já não passaram ao assistir aos glamourosos desfiles de moda de Paris e Nova York e perceber que jamais entrarão num daqueles modelitos maravilhosos apresentados pelos estilistas badalados?

Pois esses dias de tortura e tormento fashion estão com os dias contados. Pelo menos para as fãs de Marc Jacobs, Chanel, Alexander McQueen, Valentino, Dolce&Gabbana, Fendi e Oscar de la Renta. Todas essas grifes anunciaram, no início do terceiro trimestre, que irão comercializar modelos de suas criações em tamanhos que vão bem além da rigidez fashion – que só permite lugar ao sol para as silhuetas que vão do 34 ao 40 (sendo bem condescendente).


Desfile de manequins acima do peso, da marca City Chic, em evento de moda australiano

O movimento é estratégico comercialmente e mexerá com a imagem institucional dessas marcas. A decisão dessas grifes, ícones do mercado de luxo, indica que a moda premium acordou para um gigante desprezado: um mercado estimado em US$ 27 bilhões em todo o mundo, segundo dados do Global Purchasing Group – a Organização Mundial da Saúde aponta pelo menos 1,6 bilhão de pessoas obesas no mundo, e a projeção é de que 2,3 bilhões de pessoas cheguem a 2015 acima do peso.


Nas araras da loja de departamentos Saks 5Th Avenue, em Nova York, é que essa tendência irá debutar a partir de outubro. As roupas, que antes iam até o G – que equivaleria ao nosso 44 (também sendo bem condescendente) –, vão ser vendidas agora em Extra Grande (que seria o equivalente ao nosso 52).

Robert Duffy, sócio do estilista Marc Jacobs e presidente da marca, anunciou que a grife também terá uma linha de roupas adaptadas para as mulheres de silhueta maior. Há tempos grifes e estilistas vêm sendo pressionados para deixar de usar modelos tão magras nas passarelas, que propagam o padrão estético anoréxico como algo normal e uma meta a ser atingida.

Na Semana de Moda de Paris, em março, Marc Jacobs já criou para a Louis Vuitton modelos retrôs, com saias e vestidos de cintura bem marcada, porém volumosos. Um alívio para os corpos mais curvilíneos, que, embaixo de todo o volume, podem acolher a normalidade de seus manequins mais cheinhos sem constrangimento.

Na mesma onda, revistas conceituadas de moda, como a edição francesa da “Elle” e a “V Magazine”, estamparam editoriais dedicados ao guarda-roupa plus size – termo utilizado para definir as pessoas que vestem tamanhos muito grandes de roupas. Já existe um pequeno batalhão de beldades mais voluptuosas à disposição dos estilistas e dos produtores de moda, nas agências de modelos. 
 
 
Curvas fashion: ensaio fotográfico com modelos fora do padrão tradicional revela uma tendência:
a aposta das marcas de luxo numa população que já soma 1,6 bilhão de consumidores


Duas das mais requisitadas são a americana Crystal Renn, a plus size que já fotografou para Jean Paul Gaultier, e a brasileira Flúvia Lacerda. E até mesmo semanas de moda dedicadas somente à modelagem mais avantajada já estão acontecendo, como a Full Figured Fashion Week, em Nova York.

Na semana passada, foi anunciado que a badalada Semana de Moda de Nova York terá pelo menos um desfile de roupas plus size. “A sociedade deseja que a moda seja mais democrática e o luxo não poderia ficar de fora dessa corrente”, avalia Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação em comunicação da ESPM, em São Paulo.

“As grifes estão se abrindo para um grupo com grande potencial econômico, mas que não se encaixava no mercado”, explica Ellen Kiss, coordenadora do curso avançado de marketing para produtos e serviços de luxo da ESPM, em São Paulo.


Luxo peso-pesado: acima, a atriz "plus size" Dirty Martini posa para a renomada lente
do estilista Karl Lagerfeld, da Chanel, em ensaio pela "V Magazine"


Além disso, levantar a bandeira da moda democrática, assim como algumas marcas utilizam a bandeira ecológica, costuma ser uma ação positiva para a imagem da grife. “As pessoas adquirem simpatia pela marca.Como aconteceu com a campanha pela real beleza da Dove, com mulheres de diferentes biotipos”, diz Ellen.

No entanto, existem especialistas que alertam para os dogmas do luxo, que ressaltam o conceito da exclusividade. “Entendo que não faz sentido as marcas deixarem os consumidores que estão acima do peso de fora do negócio.

Mas acredito que o verdadeiro luxo é fazer roupas sob medida. Dessa forma, atende-se esse cliente (acima do peso), mas se mantém o conceito da exclusividade”, contrapõe Silvio Passarelli, diretor do programa do MBA Gestão de Luxo da Faap, em São Paulo. Passarelli destaca que o grande desafio agora será expandir, abrigando esse novo e polpudo mercado, mas conservando o DNA da marca.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/31559_GRIFES+DE+OLHO+NAS+FOFINHAS

12.8.10

Blogs na Vitrine

Adolescentes dizem o que pensam em seus blogs de moda e começam uma revolução no mercado fashion.
Por Letícia Moreli e Márcia Pereira
Consumidoras descoladas, fuçadas, ávidas por novidades e jovens, muito jovens. Junte-se a essas características uma pitada da arrogância de quem acha que sabe tudo de tudo.
Assim são as novas “ditadoras” de moda e comportamento, adolescentes – elas têm entre 13 e 17 anos – que usam a agilidade e a comodidade das redes sociais e blogs para se comunicar com o mundo.

E as empresas já começaram a despertar para esse fenômeno. Por intermédio dessas blogueiras, divulgam suas marcas, captam tendências de comportamento e desenham o perfil de consumidores.

A nova-iorquina Tavi Gevinson começou a dizer o que pensa aos 11 anos e foi a precursora e musa inspiradora desse movimento com seu ousado blog The Style Rookie.

Hoje, aos 14, sua carinha de menina emoldurada por óculos e cabelos brancos é presença assídua na cobiçada primeira fileira dos desfiles do estilista Marc Jacobs.

Foi o sucesso de seu blog que a colocou nesse privilegiado lugar. Procurada por DINHEIRO, sua assessoria – sim, ela já tem assessores – informou que Tavi estava sem tempo para atender à demanda de entrevistas em meio às suas inúmeras tarefas escolares.

No Brasil, a proliferação das Tavis anda chacoalhando o mundinho fashion. "Esses blogs vão mudar a estrutura do negócio, fazer a comunicação da moda ser mais direta, sem a influência de analistas tendenciosos, e construir a moda do futuro”, comenta o estilista Jefferson Kulig, que troca ideias com blogueiras de várias partes do País e as recebe em seus desfiles, na São Paulo Fashion Week.

Garotas como a paulista Isabela Serafim, moradora de Tietê, interior de São Paulo, autora do blog Fashion Feeling. “Até as amigas da minha mãe me ligam para saber que roupa vestir”, conta Isabela, 17 anos, que começou a se interessar por moda aos 14, navegando pela internet e lendo livros sobre o tema.


Segundo a professora de história da moda da Faculdade Santa Marcelina, Miti Shitara, esse fenômeno das blogueiras é um efeito natural da globalização no terceiro milênio. “Com a popularização da informática, uma criança de quatro anos sabe ligar o computador.

Pode não ter conhecimento, mas tem a informação. Como a moda é fluida, rápida, vai ao encontro da juventude”, diz Miti. A estilista Glória Coelho, que recentemente descobriu o mundo maravilhoso do Twitter – tem seis mil seguidores - é outra pessoa do mundo fashion que nada a favor desta corrente.

Comercialmente é muito interessante, uma vez que geram publicidade espontânea para as marcas que citam. Sem contar que a atividade as ocupa e, em vez de se deprimir, usarem drogas, vão para a frente do computador e escrevem!”

Uma das sócias da loja de moda e acessórios Pop Up, em São Paulo, Fabiana Justus, 23 anos, vai além e fundamenta toda a estratégia de divulgação de seu negócio nas redes sociais.
 

“Recentemente convocamos 15 blogueiras para fazer o look book – uma espécie de catálogo virtual – de nossa próxima coleção, que estreia com o nosso serviço de e-commerce, no dia 17 de agosto. O bom é que as meninas falam o que pensam, são autênticas. Os blogs de moda são fontes de pesquisa, um termômetro de tendência.”

Nem todo mundo acha que esse movimento não tem efeitos colaterais. A estilista Fernanda Yamamoto olha com uma curiosidade cautelosa para esse universo de bytes e bites. “Muitos blogs não têm estilo, são reproduções em patchwork de outros sites de moda.”

Na nova novela das 19h da Rede Globo, Ti-Ti-Ti, a personagem Mabi, vivida pela atriz mirim Carla Tiezzi, 11 anos, é uma apaixonada por moda e manterá um blog sobre o assunto.

A figurinista veterana Marília Carneiro é a responsável pela criação do visual da garota, assumidamente inspirado em Tavi Gevinson. “Sinceramente, tenho um pouco de medo desse tipo de menina.

Prefiro as garotas brincando de boneca. A Tavi parece um Karl Lagerfeld mirim! É assustador. Mas, sem dúvida, sua existência e de outras blogueiras mirins de moda é o recado ao mercado. É o prenúncio de uma nova geração”, acredita Marília.

Até grandes redes de lojas de departamento estão acordando para o fenômeno. A Riachuelo conta com uma equipe dedicada ao atendimento de redes sociais. Possui mais de 16 mil seguidores no Twitter e um milhão de fãs no Facebook.

Na Renner, os internautas ajudam a escolher o que vai para a rua. A rede faz um “preview” da coleção, permitindo a jornalistas e blogueiros palpitar desde a concepção até o resultado final.
 
Fonte: ISTO É DINHEIRO - http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/30258_BLOGS+NA+VITRINE

1.8.10

Qual o impacto do branding para os resultados dos negócios?

Para especialista em marcas, “branding tem se transformado em instrumento de gestão nas empresas com capacidade de multiplicar negócios em novos territórios”

Definimos marca como sendo a criação de um conjunto organizado de percepções e sentimentos no consumidor que faz com que um determinado bem ou serviço seja mais do que simplesmente diferente de seus competidores. Um conjunto de percepções e sentimentos que faz com que ele seja único, indispensável, e capaz de satisfazer as necessidades desse consumidor ou cliente. E por que ela é tão importante nas relações comerciais ou no resultado dos negócios? Estamos vivendo uma fase onde, cada vez mais, o eixo da economia está se deslocando da produção para o mercado (para a competição).

No mundo dos negócios, há uma crescente paridade tecnológica, física, de “features”, de qualidade, enfim, entre a maior parte dos produtos. Nesse regime de similaridade, ou seja, de um ambiente commodity-driven, as diferenças que definem a competição de mercado localizam-se, acima de tudo, no plano das marcas e de outros intangíveis. Isto é, os produtos são iguais, mas as marcas são diferentes. Ou, dito de outra forma: a diferença de personalidade entre as marcas conduz a uma percepção diferenciada dos produtos.

Isso vale para uma marca que produza uma peça de roupa, um carro e também para aquelas que fabricam cimento, conexões, caixas d’água e para as que constroem prédios. Nos próximos anos, muitas empresas perderão uma parte de seu quadro de funcionários; outras substituirão os imóveis que ocupam; outras, ainda, ampliarão seus segmentos de negócios ou passarão por fusões, enxugamentos etc. A única garantia de que elas estarão preparadas para enfrentar as incertezas do futuro, porém, é a competência com que administrarão e preservarão o poder e a identidade de suas marcas!

De forma resumida, posso indicar onde as marcas têm impacto nos resultados de uma empresa:

- Elas criam relações mais duradouras entre clientes/consumidores e a organização. A marcas de mais prestígio podem praticar políticas de preços premium, o que alimenta a lucratividade.

- Marcas com reconhecida autoridade têm capacidade de multiplicar negócios em novos territórios de produtos (brand extension).

- É muito comum que marcas bem administradas tenham maior propensão a crescer em market share.

É também muito comum que os espaços de gôndola, no caso de produtos de consumo, sejam maiores quanto mais poderosa for a marca. Afinal, o próprio varejo se beneficia disso.

 
Por todas essas razões, administração de marcas ou branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação. Não é, também, uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line.

Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas. Um estudo que realizamos recentemente mostra como os próprios CEOs estão ansiosos por verem esse instrumento e suas manifestações aplicadas no dia a dia da organização. Na medida em que o valor das marcas representa uma fração substancial do valor da empresa como um todo ou da sua capitalização de mercado, não há mais justificativas para que elas façam parte apenas do job description dos profissionais de marketing.

Branding hoje é o instrumento de gestão potencialmente mais eficaz na construção de valor e de sustentabilidade na vida das organizações. A história das empresas nos mercados caminhou de uma disputa entre produtos, para uma concorrência das suas respectivas formas de propaganda e comunicação em geral, até chegar ao estágio que começou a se descortinar atualmente: uma competição entre realidades simbólicas de suas marcas.

Branding é, em certo sentido, a continuação e a negação da Revolução Industrial. É a continuação por se tratar da forma suprema de relacionamento entre produção e consumo. Por outro lado, é a negação porque branding é o princípio da desmaterialização da economia, onde cada vez operaremos mais com bits e menos com átomos, cada vez mais com ingredientes emocionais do que com a materialidade dos produtos.

Jaime Troiano (Presidente do Grupo Troiano de Branding - jaime@grupotroiano.com.br)

Sua empresa está na moda?

 A sustentabilidade e o gerenciamento de projetos são as questões do momento. Você já se questionou se sua organização sabe como vestir essas camisas?

Assim como as pessoas, as organizações também desejam estar na moda. É mais ou menos como comprar roupas novas, a diferença é que as empresas usam marketing e propaganda. Enquanto as pessoas querem ser mais eficientes, buscando cursos, por exemplo, as empresas estão sempre atrás de ferramentas, processos e resultados.
Dois temas estão na moda hoje: a sustentabilidade e o gerenciamento de projetos. As empresas querem implantar escritórios de projetos e ter ações sustentáveis. Mas não raras as vezes se esquecem de perguntas básicas. Já se perguntou, por exemplo, se sua sua organização realmente precisa de um escritório de projetos?

Lady Gaga um case?! O que Lady Gaga pode ensinar às marcas, segundo a Newscast

Cinco lições sobre como a cantora se tornou a primeira artista a alcançar um bilhão de visitas em seus vídeos no YouTube

Cris Simon, de EXAME.com 30/07/2010


São Paulo - A Newcast (@newcastvivaki), braço por trás do conteúdo de marca e entretenimento da Vivaki, do grupo de mídia Publicis, disponibilizou recentemente em sua página no Slideshare a apresentação "Brand Romance", em um trocadilho com a música Bad Romance, de Lady Gaga. No trabalho, que também pode ser visto no Vimeo, a empresa mostra 5 lições que a cantora pode ensinar às marcas e ao mercado de marketing para alcançar visibilidade e boa comunicação com consumidores.

Depois de ter se tornado a primeira artista a estourar a faixa de 1 bilhão de visitas em seus vídeos no YouTube, em março deste ano, a cantora pop teve parte de sua fórmula tornada pública pelo empresário Troy Carter: seus clipes são pensados a partir do YouTube, como virais.
Saiba quais são as lições da cantora:

1. Conte uma história consistente. Tenha visão. Sua equipe estratégica deve conhecer a fundo a ideia e dar suporte a ela.
2. Engaje seus fãs em uma conversa. Provocar, ouvir e reagir: as pessoas gostarão de participar se o conteúdo for de qualidade.
3. Conecte o conteúdo. Construa relacionamentos com marcas e provedores de conteúdo que complementem seu perfil. Sua personalidade deve ser multifacetada e prazerosa de ser descoberta e desenvolvida.
4. Pesque onde os peixes estão. Conteúdo gratuito deve ser propagável, então crie um trabalho contagiante. Deixe que os usuários embedem, renovem, comentem e compartilhem o conteúdo onde quiserem. Isso soa como senso comum, mas não é. Em janeiro, a gravadora EMI proibiu que os fãs da Ok Go embedassem os clipes da banda em blogs e sites pessoais. Com isso, os filmes do grupo ficaram restritos ao YouTube, perdendo de alcançar maior visibilidade.
5. Reinvente o seu negócio. Forme ligações que fazem sentido a longo prazo para o seu mercado específico. Gaga expandiu sua marca patrocinando batons M-A-C, projetando fones de ouvido da linha Heartbeats, da Dr. Dre, e depois, assumindo como diretora criativa da Polaroid. Tudo isso mantendo seus fãs e sua evidência. Ela também usou sua loja online como um filtro de doações 24h para o Haiti, promovendo isso via Twitter.

Veja a apresentação da Newcast:


29.7.10

Estratégia de marketing ou coincidência?

Cadeia americana lança linha de gestantes em estados com maior índice de gravidez na adolescência

A Forever 21, uma cadeia americana de lojas de departamento, está sendo questionada sobre seus motivos para escolher um seleto grupo de estados para vender a sua linha de gestantes, recentemente lançada. A linha, chamada de Love 21 Maternity, está disponível no Arizona, Alasca, Califórnia, Utah e Texas.

A cadeia, conhecida pelas roupas e acessórios fashion, ambiente agradável e preço acessível, recebeu inúmeras críticas quando os blogueiros do site de moda The Gloss (www.thegloss.com) observaram na semana passada que os estados escolhidos para compor a linha também têm altos índices de gravidez na adolescência.
Segundo um relatório do Instituto Guttmacher, organização sem fins lucrativos que realiza pesquisas em saúde sexual e reprodutiva, o Texas, Arizona e Califórnia estão entre os 15 estados com as maiores taxas de gravidez na adolescência.

O vice-presidente executivo da linha de roupas, Larry Meyer, disse em uma declaração à imprensa que os pontos de venda da linha de maternidade da loja não fazem parte de uma estratégia de marketing. "Forever 21 não criou, projetou e distribuiu a linha Love 21 Maternity Maternidade especificamente para adolescentes grávidas. Qualquer relação entre as taxas de gravidez adolescente e os locais das nossas lojas é involuntária"

A linha, lançada no final de junho, apresenta jeans, leggings, tops de malha e tecido, casacos e vestidos. "A linha proporcionará sofisticação, em tendência de estilos para as futuras mães a preços acessíveis, dando continuidade à missão da Forever 21: o valor do compromisso, a tendência e frescor".


Fonte: CNN

15.7.10

OPORTUNIDADE: Curso on-line de Jornalismo de Moda da EnModa

Uma visão completa do Jornalismo de Moda.
O curso inicia pelas diferenciações entre roupa, moda e estilo e os conceitos fundamentais da moda.
Em seguida, o conhecimento técnico de comunicação e jornalismo é abordado.
A partir dessa base construída, é possível aprofundar-se nas peculiaridades do texto de moda, nos editoriais e na cobertura de desfiles, até a compreensão da análise e da crítica de moda.
O curso fornece todas as informações necessárias para quem quer atuar como Jornalista de Moda. E não só o trabalho nos veículos de comunicação é abordado, um capítulo dedicado à assessoria de imprensa mostra o lado do jornalismo empresarial e dá o caminho das pedras para os profissionais de moda que querem estabelecer uma relação com a imprensa e ter suas criações noticiadas.
Para quem o curso de Jornalismo de Moda é indicado?
Jornalistas interessados em moda e profissionais de moda interessados em jornalismo. Estudantes e professores de Comunicação Social e de Moda, bem como de áreas afins.
Além de outras pessoas que tenham interesse em conhecer mais a área ou atuar nela.

Investimento
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Matricule-se acessando o link: http://www.enmoda.com.br/jornalismodemoda/

14.7.10

Mercado busca profissionais na área de costura em SP

Setor oferece 300 oportunidades em confecções. Salários podem chegar a R$ 1.200.
Matéria retirada do site G1.


O mercado da confecção está com oportunidades abertas para diversos setores em São Paulo. Tudo por causa da escassez de profissionais qualificados para preencher as vagas. Hoje, costureiras são profissionais raras e a indústria vive atrás delas.

Os estilistas precisam sempre inovar e mostrar algo novo para o mercado da moda. “Seja nas cores, nos padrões. Precisamos manter aquela qualidade de sempre e, por isso, precisamos de profissionais que sejam qualificados para entrar no mercado”, explica a estilista Tatiana Rossi.

Em uma fábrica de São Paulo, 140 costureiras produzem 2 mil camisas por dia. Contudo, encontrar gente para fazer roupas virou um problema. “Nós temos dez vagas em aberto, há mais ou menos uns três meses. Não conseguimos preencher por causa da mão de obra qualificada”, comenta a gerente administrativa Rosangela Ziglio.

A falta de especialização provoca o desencontro entre quem procura e quem oferece trabalho. “Os empresários estão sempre com vagas disponíveis a serem preenchidas. São vagas em que as pessoas precisam ter qualificação, pois o método de produção atual exige produtividade, versatilidade, rapidez nas entregas, lotes menores. As máquinas mais modernas estão exigindo maior capacidade de qualificação”, explica Fernando Pimentel, diretor da Associação da Indústria Têxtil e da Confecção.

Uma confecção em Osasco encontrou um jeito para driblar a falta de costureiras experientes: decidiu treinar outros funcionários da fábrica. “Vamos profissionalizando para que elas possam ter um plano de carreira aqui”, fala o Samuel Chammah, dono da fábrica.

Cursos
A escola Promoda oferece cursos de modelagem industrial, desenho da moda, corte e costura e modelagem no computador. No instituto, as turmas são formadas por pessoas que já trabalham no setor e buscam se qualificar, por estudantes de moda que desejam aprender a técnica, por donos de empresas de confecção e por mulheres que procuram um hobby. A procura maior, de acordo com a coordenadora do instituto, Márcia Ruiz, é pelo curso de modelagem. O curso é particular.

Vagas
O Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST) está com 300 oportunidades de emprego na área de confecção. Entre as funções estão: cortador de peças, costureiras, modelista, passadeiras e até impressor de silk-screen.

As vagas estão espalhadas em empresas da capital e da Grande São Paulo e os salários variam de R$ 554 a R$ 1200. Os contratantes exigem experiência na função desejada. Os interessados devem comparecer aos endereços abaixo com carteira profissional, RG, certificado de escolaridade e currículo.

CENTRO
Rua Galvão Bueno, 782 - Liberdade
ZONA SUL
Avenida Barão do Rio Branco, 864 - Santo Amaro
O horário de atendimento é das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira

Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/07/mercado-busca-profissionais-na-area-de-costura-em-sp.html

28.6.10

Brasil está na mira do mercado de luxo -

São Paulo assume o posto de capital do segmento na América Latina. Buenos Aires fica para trás.
por Sylvia de Sá.

Louis Vuitton: loja fechada na Venezuela

Rio de Janeiro - O Brasil desperta a atenção do mercado de luxo. Marcas internacionais voltam-se para o país, que, a cada dia, mostra porque merece destaque na América Latina. Ao lado do México, o Brasil passa a frente de nações que ficaram no passado, como é o caso da Argentina, e apresenta um crescimento superior ao de economias como Chile e Panamá, que ampliam seus negócios de forma estável, mas não têm o potencial de consumo dos brasileiros.

O interesse pelo país é tanto que o começo de julho marcará a primeira vinda do Grupo PPR ao Brasil, um conglomerado que conta com marcas como Puma, Fnac e o Grupo Gucci em seu portfólio. Junto com a MCF Consultoria e Conhecimento, os executivos das companhias iniciarão um trabalho para entender o mercado brasileiro.

"Todas as análises mundiais apostam que a média de crescimento no mundo esse ano não passará de 1,5%. No Brasil, alguns dados apresentam aumento de até 6%. A médio e longo prazo, o país é um dos poucos que promete um resultado expressivo nos próximos anos", aponta Carlos Ferreirinha, Presidente da MCF Consultoria e connhecimento, especializada nas ferramentas de gestão e inovação do Negócio do Luxo e Premium, com atuação no Brasil, América Latina, Portugal e Angola.

Buenos Aires fica no passado

Traçando um panorama na América Latina, a Colômbia aparece como um dos pólos com expansão surpreendente. Depois do Brasil e do México, por exemplo, o país é o terceiro mercado de crescimento latino-americano para a italiana Salvatore Ferragamo. Já a gastronomia peruana invadiu a América Latina. As marcas de luxo, no entanto, querem entrar no país, mas, apesar do potencial de consumo dos peruanos, não encontram shoppings ou ruas adequadas para se instalarem.
O Panamá é outro país que tem chamado a atenção do segmento. Colombianos e peruanos são consumidores importantes na região, que conta atualmente com um dos mais imponentes shoppings da América Latina, o Multiplaza Mall. No caso do Chile, o crescimento é contínuo, mas a dimensão pequena do país faz com que qualquer incremento expressivo ainda dê um resultado pequeno.

A Argentina, por sua vez, perde espaço entre as marcas. "A Armani não fecha lojas e encerrou sua operação em Buenos Aires, que já foi considerada a capital do luxo na América Latina. O mesmo acontece com a Venezuela. Até dois anos atrás, o país era um dos maiores consumidores de Veuve Clicquot e Johnnie Walker, mas começou a cair nos últimos meses. A Louis Vuitton, por exemplo, fechou loja na Venezuela", explica Ferreirinha.

Investimento a médio e longo prazo
O cenário deixa claro o potencial de consumo no mercado brasileiro. Enquanto outros países latino-americanos apresentam uma, ou até duas, cidades de destaque, por aqui há um grande número de oportunidades. São Paulo desponta como a capital do luxo da América Latina, procurada por grandes marcas e com empreendimentos como o Shopping Iguatemi, um dos metros quadrados mais importantes do varejo mundial.
Fazendo um estudo de democracia de consumo expandido, além da capital paulista, o país é o único na América Latina a destacar o potencial de cidades como Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Recife, Belo Horizonte e Salvador, entre outras, inclusive no interior. "O Brasil é o único país que possibilita expansão de dimensão geográfica para marcas internacionais que operam na América Latina. O investimento no luxo é de médio e longo prazo e as organizações olham dessa maneira. O Brasil se mantém em posição privilegiada", diz Ferreirinha.

Para aproveitar este potencial, as marcas precisam entender as características do consumidor latino-americano, especialmente as do brasileiro. Por aqui, o cartão de crédito aparece como um dos principais elementos de diferenciação do comportamento de consumo. A possibilidade do parcelamento faz com que o cliente, muitas vezes, não encare o preço total do produto, mas sim o valor que será pago mensalmente.

 
Impostos são obstáculo

Essa possibilidade faz com que haja confusão sobre quem é este consumidor. O comportamento aspiracional também é uma constante e as grandes marcas têm muito espaço para crescer, já que ainda são as mais valorizadas pelos brasileiros. Outro ponto importante é a exigência pelo melhor serviço possível.

"Somos arrogantes no conceito profissional. Exigimos excelência. É só olhar para as instituições financeiras brasileiras, como Prime e Personalité. E qual hospital no mundo tem apartamentos de 180m², como o (Albert) Einstein? Ninguém se interna, mas se hospeda. Isso gera uma demanda singular por prestação de serviço", ressalta o Presidente da MCF.

Os impostos, entretanto, são o principal obstáculo para as empresas de luxo no país. Com as altas taxas, as operações brasileiras têm virado uma espécie de vitrine para as próprias marcas internacionalmente. A cada 10 calças da Diesel vendidas para um brasileiro no mundo, por exemplo, duas foram compradas por aqui e oito no exterior.


Vestuário tem incremento de até 120%
O mesmo acontece com a Montblanc. Se antes a cada 10 produtos levados às lojas brasileiras para serem personalizados, oito eram comprados no Brasil e dois lá fora, hoje, há uma inversão. Segundo a própria empresa, entre 10 canetas levadas às lojas Montblanc brasileiras, sete foram adquiridas internacionalmente.

De acordo com uma reportagem, o mesmo carro que em média custa R$ 45 mil nos principais mercados mundiais, sai por R$ 75 mil no Brasil. No setor de vestuário de luxo, o incremento de impostos é de 80% a 120%. Já no caso das jóias, os valores crescem entre 28% e 44%.
Mas, apesar da viagem ser o principal concorrente para as empresas que atuam no mercado nacional, ainda há consumidores dispostos a pagarem preços acima da média. "Tem um grupo que compra por impulso, porque não quer esperar até viajar. Outro porque não viaja com frequência. Há também quem não tenha análise comparativa e, por último, uma parcela enorme que divide as compras no cartão de crédito", aponta Ferreirinha.

Mais confiança, mais consumo

 De acordo com uma pesquisa feita pela Kantar WorldPanel, o consumo da classe média brasileira deverá crescer 17% nos próximos anos. Junto à expansão do poder de compra, aparece o otimismo do brasileiro.

Um estudo feito pela Cetelem em parceria com a Ipsos indicou que de 2005 para 2010, o otimismo do consumidor brasileiro passou de 20% para 40%, enquanto o entusiasmo saiu de 6% para 13%. Por outro lado, o índice de preocupações em 2005 era de 58%, enquanto este ano o valor registrado foi de 30%.

"Quanto mais otimismo, mais o consumidor compra. Ele precisa estar confiante para consumir. Estes dados indicam que, cada vez mais, o brasileiro vai se aventurar pelo consumo por prazer e não por necessidade e as marcas precisam estar atentas a isso", declara Ferreirinha
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Fonte: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/brasil-esta-mira-mercado-luxo-573708.html

16.6.10

As diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo

Segundo levantamento da e-bit, renda média de e-consumidores é maior do que a dos que compram fora de casa.

Eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros são as categoriais com mais intenção de compra para os próximos meses entre os consumidores virtuais


Rio de Janeiro - Os e-consumidores têm renda média familiar maior do que os consumidores que realizam compras off-line. É o que indica a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, realizada pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise. De acordo com o levantamento, o orçamento médio dos consumidores que realizam compras em lojas on-line é de R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 daqueles que vão apenas às lojas físicas. Outro dado indica que 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, enquanto 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade.

O estudo também apontou para a diferença entre os meios de pagamento utilizados nos dois canais. Os clientes virtuais preferem utilizar o cartão de crédito, tanto na web, quando no varejo físico. Já as pessoas que compram exclusivamente fora de casa utilizam mais o dinheiro na hora do pagamento. Para adquirir produtos de maior valor agregado, entretanto, como eletrodomésticos, eletrônicos e itens de informática, a opção é o cartão.


Dos pesquisados na internet, 56% elegem a web como canal para compra de eletrodomésticos, contra 34% que optam por lojas especializadas fora do meio virtual. Já nos pontos-de-venda físicos, 77% compram o mesmo produto em lojas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um eletrodomético pelo e-commerce, mesmo não sendo esse o canal utilizado normalmente para fazer compras.


A pesquisa também registrou que 70% dos e-consumidores preferem adquirir ingressos nos endereços eletrônicos e apenas 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes pela internet. O estudo ainda apontou quais são as lojas que serão mais procuradas pelos internautas nos próximos meses. Para o segmento de eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% pelo Compra Fácil e 5% pelo Walmart.

Já para a categoria papelaria e escritório, a preferência é pela Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%. De acordo com o levantamento são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar em lojas físicas. Normalmente, a escolha é por produtos que não precisam ser vistos ou tocados, como acontece com artigos de supermercado, cosméticos e perfumaria e moda e acessórios.

Eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros são as categoriais com mais intenção de compra para os próximos meses entre os consumidores virtuais. Para os e-consumidores, a praticidade e a facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, pela falta de familiaridade com o canal.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/marketing/noticias/estudo-traca-diferencas-consumidor-virtual-varejo-tradicional-570185.html

A vitrine milionária de Sex and the city

Ao estrear o segundo filme, a série se reafirma como fenômeno de merchandising , sobretudo de grifes famosas .
Por Vanessa Barone

É fato que o cinema é uma excelente mídia para o lançamento de produtos mais variados. Mas poucas produções se tornaram uma verdadeira vitrine de artigos chiques e glamourosos como a franquia Sex and the City – cujo segundo filme teve estreia mundial na sexta-feira 28.

Desfile no deserto: como ocorreu na primeira versão, o filme segue exibindo marcas, como Möet & Chandon, Rolex, Christian Louboutin, Apple, Maybach e Valentino

Na maior parte do longa, as personagens são vistas em cenários deslumbrantes e usando figurinos exuberantes, grifados da cabeça aos pés. E como aconteceu no primeiro filme, de 2008, as grifes são as coestrelas, em aparições constantes e, quase sempre, bem engajadas na trama. São elas Mercedes-Benz, Christian Louboutin, Apple, HP, Möet & Chandon, Rolex, Valentino, Louis Vuitton, Bulgari, Maybach, Dior, e Swarovski, entre mais de 14 marcas.

A película, que tem produção de Darren Star e direção de Michael Patrick King, traz novamente as personagens Carrie (Sarah Jessica Parker), Samantha (Kim Cattrall), Charlote (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon) às voltas com problemas familiares, amorosos e profissionais. As locações variam de Nova York a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.



Destaque na telona: acima, o notebook da HP que a personagem Carrie usa no longa.

Sex and the City 2 é fruto da série exibida de 1998 a 2004 pelo canal de tevê a cabo HBO. A série, por sua vez, foi originada do livro homônimo escrito pela americana Candace Bushnell. Sex and the City – O Filme, que marcou o início da franquia para o cinema, teve orçamento de US$ 65 milhões e arrecadação de quase US$ 416 milhões.

Somente no Brasil, o filme foi assistido por 750 mil pessoas, que, na época, já puderam ver na telona um desfile de marcas como Cuisinart, Chanel, Starbucks, Sprint, Prada, Manolo Blahnik, Gucci, Tiffany e Vivienne Westwood. Sua continuação teve o orçamento inflado para R$ 95 milhões – sendo que US$ 10 milhões foram investidos somente nos figurinos. “A marca ‘Sex and the City’ é muito forte porque cria uma identificação direta com a mulher independente e consumidora”, aponta Alberto Serrentino, sócio-sênior da consultoria GS&MD - Gouvêa de Souza.

Para algumas empresas, como a HP, participar de Sex and The City 2 foi consequência natural de uma estratégia de marketing mais ampla. “Nosso público-alvo atualmente se divide em dois grupos: o de jovens e o de fashionistas – pessoas que têm estilo e gostam de exibir seus equipamentos”, diz Renata Gaspar, diretora de marketing de computadores pessoais da HP.


Destaque na telona: o conversível da Mercedes dirigido por seu marido, John (Chris Noth)

Por isso, a ação de “product placements”, o que no jargão cinematográfico quer dizer a colocação de produtos em cena, fez todo o sentido. No filme, a personagem Carrie, que é escritora, escreve seus artigos num computador Vivienne Tam 2, da HP. A empresa, desta forma, desbancou a Apple, marca do notebook que a personagem usava no primeiro filme da franquia – bem como durante a série de tevê. “Já provamos que sabemos fazer computadores com tecnologia de ponta. Agora, queremos mostrar que podemos agradar os gostos mais exigentes", diz Renata.

Luxo nos pés: este sapato Christian Louboutin surge na primeira cena da película

A Möet & Chandon também se valeu do glamour da história das amigas nova-iorquinas e descoladas para divulgar seu champanhe. No filme, as amigas tomam a bebida numa festa de casamento, a bordo do avião e até no deserto. Fora das telas, a ação de marketing continua: a empresa criou quatro diferentes coquetéis com champanhe com os nomes das personagens que serão servidos nos bares mais badalados do mundo, inclusive em São Paulo, enquanto o filme estiver em cartaz.


Vestindo a camisa: uma das mais luxuosas do mundo, a grife Dior foi a escolhida para a cena no mercado de Abu Dhabi

De acordo com Sergio Degese, diretor-geral da Möet & Chandon, no Brasil, a empresa não divulga quanto investe em ações desse tipo – mas afirma que ela consumiu cerca de 20% da verba anual de marketing da companhia. “Temos uma ligação histórica com o cinema”, diz Degese. “Além disso, fazemos uma bebida requintada, o que tem tudo a ver com o ‘life style’ mostrado no filme.”

Décor requintado: os cenários e o figurino foram feitos para deslumbrar, graças ao excesso de brilhos e de cores.

Para o sociólogo Dario Caldas, diretor do Observatório de Sinais, consultoria especializada em pesquisas de tendências, a franquia Sex and The City é uma vitrine poderosa, desde que surgiu na tevê. “Seu sucesso vem justamente por representar tão bem a cultura hedonista em que vivemos pelo aspecto do humor, da diversão, do erotismo e da frivolidade”, diz Caldas. De acordo com o sociólogo, as histórias trazidas pela série e pelos filmes correspondem ao espírito do tempo atual. “Eles trazem a esfera do real mesclada à esfera do sonho e de desejo.” Desta forma, atiça o interesse, incita ao consumo.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/24359_A+VITRINE+MILIONARIA+DE+SEX+AND+THE+CITY

Ele vende Chanel em 12 vezes...

...e Dior, Lancôme, Armani, Givenchy, entre muitas outras grifes. Agora o fundador do portal de vendas online Sack's quer trazer a Victoria's Secret para o Brasil . Leia a matéria na íntegra clicando aqui