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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Pessoas, sustentabilidade e inclusão.


 


"Muitos dos nossos sonhos parecem ao princípio impossíveis, logo pode parecer improváveis, e logo, quando noscomprometemos firmemente, tornam-se inevitáveis."


A frase de Christopher Reeve, famoso por seu papel como Superman e por sua resiliência diante de adversidades pessoais, encapsula perfeitamente o cenário atual da moda.

Reeve escreveu essa frase em um período de sua vida marcado por superação e perseverança, após o acidente que o deixou tetraplégico em 1995. Ele tornou-se um símbolo de determinação, mostrando ao mundo que com foco, dedicação e compromisso, até os maiores desafios podem ser vencidos. Sua jornada é uma inspiração para diversas indústrias, e na moda, não poderia ser diferente.

No atual momento da moda, estamos vendo um movimento semelhante. As mudanças exigidas pela sociedade – como sustentabilidade, inclusão e inovação tecnológica – pareciam impossíveis há alguns anos. A ideia de uma indústria que equilibrasse moda com responsabilidade ambiental e ética era, muitas vezes, vista como improvável, até utópica. No entanto, marcas e estilistas têm se comprometido cada vez mais com esses valores, tornando essa transformação inevitável.

As grandes casas de moda, antes focadas exclusivamente no glamour e no luxo, agora abraçam a sustentabilidade e a diversidade. Os consumidores, mais conscientes do impacto ambiental e social das suas escolhas, também estão se comprometendo com marcas que adotam práticas mais responsáveis. A tecnologia, como o uso da inteligência artificial e o surgimento da moda digital no metaverso, também está remodelando o futuro da moda, que se torna inevitavelmente mais conectada, inclusiva e inovadora.

Assim como Christopher Reeve superou desafios que pareciam intransponíveis, a indústria da moda também tem a oportunidade de superar seus próprios obstáculos, transformando sonhos que antes pareciam impossíveis em realidade. A inevitabilidade do progresso na moda está sendo forjada pelo compromisso coletivo de criadores, consumidores e ativistas, que acreditam que o futuro da moda pode ser bonito e ético ao mesmo tempo.

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