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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Novos criadores desfilam em espaços real e virtual

Fundador do Mercado Mundo Mix seleciona estilistas que levam suas peças para galeria da rua Oscar Freire, em São Paulo, e loja online.

Por Bruna Fontes - 23/05/2013


O estilista Jair Mercanzini, 41 anos, aposta na boa costura para se dar bem no mundo da moda. No Mercadinho Chic, criado em 2008, ele seleciona o que vê de melhor entre novos criadores que valorizam roupas e peças feitas à mão e os leva para expor nos 25 estandes de sua galeria na badalada rua Oscar Freire, em São Paulo. Com pouco dinheiro no bolso, Mercanzini tirou a empresa do papel propondo parcerias para ocupar um espaço abandonado. No início, foi financiado pelo aluguel dos primeiros expositores. “Um curador deve investir na bagagem cultural e na estética, e identificar pessoas que rendam negócios”, diz Mercanzini. Ele é um dos fundadores do Mercado Mundo Mix, famoso por lançar, nos anos 90, marcas como a Chilli Beans. Hoje, o Mercadinho Chic reúne de 85 a 100 expositores por mês, que pagam R$ 250 por dia. A média de visitantes é de 5.000 pessoas por semana. No ano passado, o estilista percebeu que os jovens estilistas estavam crescendo e decidiu levar o conceito de curadoria de moda para uma loja online. Em 2013, Mercanzini quer ampliar a cartela de expositores e, com a comissão de 5% sobre as vendas virtuais, incrementar o faturamento do ano passado, que foi de R$ 1,5 milhão.

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