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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Loja de São Paulo veste a terceira idade para a moda

Catálogo tem peças criadas por estilistas e calçados especiais; empresa surgiu com a demanda por coleções adaptadas a pessoas com necessidades especiais

Por Thomaz Gomes - 24/05/2013

Marca possui unidade no bairro do Itaim, em São Paulo, e vende também pela internet (Foto: Divulgação)

Segundo o IBGE, os idosos já correspondem a 10,8% da população brasileira. De olho nas oportunidades para esse público, a paulistana Vanda Calgaro, 48 anos, abriu a Sharisma, loja especializada em moda para idosos. Criada em 2009, a empresa surgiu dos pedidos de pacientes e colaboradores do Centro Integrado de Atendimento ao Idoso (CIAI), clínica de repouso fundada pela empreendedora em 1990. “Percebi a dificuldade dos enfermeiros em vestir os pacientes. Não existiam coleções adaptadas a pessoas com necessidades especiais.” Aberta como uma loja virtual, a Sharisma começou a explorar novos segmentos a partir de pedidos dos clientes. O catálogo de vendas atual conta com peças criadas por estilistas e linhas de calçados especiais. Em 2011, Vanda inaugurou uma unidade no bairro do Itaim, em São Paulo. “O e-commerce ajuda a vender para outros estados. Mas o idoso gosta de conversar com o vendedor e conferir os produtos pessoalmente.” Juntas, as duas operações faturam cerca de R$ 40 mil por mês.

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