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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Boss investe na China

A casa de moda alemã Hugo Boss tenta  aumentar  sua presença no mercado chinês com a assinatura de uma nova joint-venture, de acordo com as mais recentes notícias.


O Boersen-Zeitung citou o diretor financeiro da Hugo Boss, Mark Langer, que diz que a nova parceria com a empresa local Rainbow irá iniciar as operações no segundo semestre do ano.

A Rainbow, retalhista de moda com 57 lojas na China e 31 em Macau, é uma das principais parceiras da empresa alemã em território chinês. A parceria,  será controlada em 60% pela Hugo Boss, isso  faz parte da expansão estratégica para a empresa na China, que em breve  pode tornar-se  o terceiro maior mercado, logo a seguir  Alemanha e EUA.

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