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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Novo comércio de moda é proposto


Clientes financiam peças e investimento é revertido em compras


Investir em coleções de estilistas, influenciar seus processos criativos e receber o investimento inicial de volta na forma de roupas da estação.
Este é o inovador modelo de comércio de moda que 2 estudantes de administração da universidade de Harvard vão lançar em meados de abril.Inspirado na interação que redes sociais como Twitter e Facebook proporcionam, o Fashion Stake visa democratizar a moda eliminando a trajetória árdua que novos estilistas costumam trilhar até vender suas criações em grandes redes varejistas. Desta forma, clientes empreendedores também ganham, pois passam a colaborar na criação, capitalização e distribuição das roupas.
Daniel Gulati, presidente-executivo da empresa, afirma que as principais metas do projeto são deixar que o público escolha quem é bom o suficiente para vender seus produtos e dispensar varejistas no processo de venda. Para ele, é questão de tempo até que a novidade mude completamente o cenário do comércio de moda.
Entenda cada etapa deste novo modelo de negócio
1º Consagrado ou não, o estilista cadastra sua coleção no site, com fotos de todas as peças-piloto;
2º É estipulado um valor mínimo para ser arrecadado, para que só então as peças sejam fabricadas na escala desejada e comercializadas;
3º Visitantes cadastrados no site investem determinada quantia na marca que desejam;
4º Até que o valor final seja obtido, investidores podem sugerir alterações na coleção;
5º Com todo o capital necessário arrecadado, as peças são produzidas e vendidas pelo site;
6º O valor aplicado pelos investidores na marca é convertido em crédito para a compra de peças do mesmo estilista.
Foto: Divulgação
Matéria por Eduardo Pedroso

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