Pular para o conteúdo principal

Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

LOJAS CAMICASES Veja - São Paulo


Fotos Fernando Moraes e divulgação
A empresária Luiza Setúbal, no Iguatemi, e a Nike da Galeria do Rock: de olho no público moderninho


Por João Batista Jr.


Para estimular o consumo e passar uma imagem descolada, algumas empresas têm investido em butiques que abrem com dia certo para fechar as portas.Conhecidas como camicases, essas lojas quase sempre oferecem produtos exclusivos. Formada em comunicação e apaixonada por moda, Luiza Setúbal, da terceira geração dos fundadores do Banco Itaú, lançou mão desse conceito para o début de sua marca de acessórios, a Lool. Mandou fazer um trailer de 35 metros quadrados para vender as peças que cria e representa. Depois do sucesso de sua primeira parada, nos Jardins, entre maio e junho deste ano, surgiu um convite para montar um espaço no Shopping Iguatemi, inaugurado na terça passada. Até 10 de janeiro do ano que vem, ela terá ali brincos, pulseiras, bolsas e chapéus exclusivos de 27 grifes, entre elas Neon e Juliana Jabour. "Os preços vão de 30 reais a 3 000 reais, pois quero conquistar um público grande", diz ela, que pretende vender 5 000 itens nessa temporada.

São Paulo é a primeira cidade do país a receber lojas desse tipo, algo comum em metrópoles dos Estados Unidos e da Europa. "Estamos atrás de um cliente mais novo que o nosso consumidor típico", afirma Phillip Schiemer, vice-presidente de vendas da Mercedes-Benz no Brasil. Com abertura prometida para a última quinta, o espaço de 300 metros quadrados da montadora alemã na Rua Oscar Freire servirá para divulgar os compactos carros Smart. "Teremos livraria, café, exibição de filmes e intervenções de artistas plásticos", diz Schiemer. A empresa espera vender 1 000 unidades do veículo até o fim deste ano. Quem leva o título de pioneira nesse modelo de negócio é a Nike. Entre 25 de maio e 25 de julho, a grife montou uma loja só para vender peças da linha Canarinho na Galeria do Rock, no centro. "Oferecemos produtos únicos para atrair público de shopping center à Rua 24 de Maio", conta Ingrid Abdo, diretora de categoria esportiva da empresa.


Fonte: mercadocompetitivo.com.br


Postagens mais visitadas