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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Falência da Zoomp

Foi decretada, na última segunda-feira (9 de fevereiro), a falência da marca Zoomp, uma das mais conhecidas grifes do cenário fashion nacional. A crise financeira foi agravada com a venda da marca para a holding I'M, em julho de 2006, com a promessa de injeção de meio bilhão de dólares e a formação de um novo conglomerado. As grifes Alexandre Herchcovitch e Fause Haten, que faziam parte do grupo, se desligaram.

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