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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Glamour em XEQUE

(Imagen retirada do site terra. isto é)
Porteiros de prontidão, um ambiente silencioso, diamants guardados por caxas de vidro. Parece intimidador. mas o formato tornou a joalheria americana Tiffany uma lenda mundial. Agora a empresa está desfazendo esse encanto. Com vendas estagnadas neste ano ( a receita líquida foi de 2,9 bilhões de dólares em 2007), a rede inaugurou em outubro, a primeira de 70 unidades mais despojadas. Aberta em Glendale, na Califórnia, a loja é decorada com TVs de plasma - nada de mármores ou candelabros - e permite que as jóias sejam experimentadas sem a ajuda de vendedores. A guinada na estratégia de vendas deixou analistas receosos quanto a reputação da marca.

A joalheria porém, acredita que o novo modelo ampliará seu público alvo.

(Fonte: revista Exame 19.11.2008)

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