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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

Abram as portas para as Grifes Internacionais

Pois é, com toda desaceleração do consumo nos Estados Unidos e na Europa, e com o forte desenvolvimento da economia no Brasil parece que nos tornamos alvo de grandes potencias da Moda.
Até o fim desse ano estipula-se que o Brasil (mais precisamente São Paulo), terá lojas próprias de Marc Jacobs, Laudomia Pucci (filha do estilista Emiliano Pucci), a Italiana Gucci, Stella McCartney . Essas e mais uma dezena de outras estão preparando terreno aqui em nosso País.
Segundo Tom Ford em entrevista a revista Istoé Platinum"O Brasil e a América do Sul surgem como mercados importantes para o luxo e continuaremos a acompanhar esse desenvolvimento".
É difícil saber as verdadeiras intenções... no entanto as matérias e reportagens sobre o mercado da Moda concluem muitas vezes como desenvolvimento do mercado Brasileiro, em termos eu posso concordar... mas se tantas grifes estão investindo aqui, se nosso desenvolvimento chama tanta atenção diante de mercados agora principalmente de luxo, deixo uma pergunta no ar, ... como ficarão nossas indústrias? Como competir? Será que para os nossos grandes nomes brasileiros essa concorrência é leal?!
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A Fonte da Matéria acima retirei da Revista Dinheiro de 20/08 página 86, 87, 88, 89 e 90 --- vale a pena conferir!

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