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Destaques

Reset Sensorial: por que os cinco sentidos devem moldar o consumo até 2028

Durante muito tempo, o marketing operou sob a lógica da captura de atenção. Quanto mais estímulo, velocidade, conteúdo, telas, notificações e performance, melhor. Só que o jogo começou a virar. O consumidor contemporâneo não está apenas conectado; ele está cansado . E é justamente nesse cansaço que o reset sensorial ganha força: como resposta à exaustão cognitiva e emocional provocada por anos de hiperestímulo, aceleração e excesso de informação. A WGSN define o conceito como a valorização de tato, olfato, visão, audição e paladar como ferramentas de bem-estar, presença e conexão . Embora o nome “reset sensorial” esteja sendo popularizado agora, a lógica por trás dele já aparece em outros grandes relatórios globais. A Accenture , em Life Trends 2025 , descreve o movimento de Social Rewilding , segundo o qual as pessoas buscam mais profundidade, autenticidade e riqueza sensorial nas experiências. Na pesquisa da consultoria, 42% atribuíram sua experiência mais prazerosa da última se...

- - - - - MERCADO DE AGOSTO AQUECIDO - - - -

Ainda não tenho uma opinião formada sobre o "porque" de tanto agito nesta fase do ano, em uma única revista encontrei as seguintes reportagens :
A Daslu - Que de olho no mercado estrangeiro investe no folclore brasileiro, lança uma coleção e começa a vender na internet. O Império do Luxo Brasileiro mais uma vez ataca.
A Zara - Reinventando o conceito fast-fashion agora para acessórios. Cria uma nova grife de sapatos e acessórios em couro para o público feminino a Uterqüe. Crise no mercado da moda?!
Seven no Brasil - A grife de Jeans inaugura sua loja própria no Brasil - Em setembro São Paulo ganha a marca no Shopping Iguatemi - A média do Preço varia entre R$ 800,00 tudo isso sim, a Seven não é classificada como jeanswear e sim associa-se a sofisticação e ao Luxo. "Luxo" ta na moda mesmo!!!
Santa Catarina - Unidos contra a invasão Asiática, o estado investe em diferencial para que seus produtos tornem-se ítens de moda. 13 empresas da região que juntas faturam R$ 1 bilhão, uniram-se para trocar informações sobre tendências do mercado da moda. Karsten, Buettner, Marisol e Hering, são umas das empresas que participam dos encontros, uma visão mais aberta, concorrentes unidos socializando informações. Só tenho que dar Parabéns e torcer para que outras empresas sigam esse exemplo para o bem da moda Brasileira!

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